18 setembro 2010

Operação Mãos Limpas no Amapá 3

Outra revelação da Polícia Federal sobre a corrupção amapaense é de que o ex-governador do estado, Waldez Góes (PDT), candidato ao Senado, recebia uma propina de R$ 500 mil mensais para manter um contrato de fornecimento de alimentos aos presos do Estado, segundo depoimentos dados à Polícia Federal. Essa fraude, mais uma dentre muitas, era "orquestrada" por Góes, sua mulher, Marília, pelo deputado federal Evandro Milhomen (PC do B) e por Francisco Odilon Filho, empresário e dono da Mecon, que fornece as marmitas para os presos.

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