17 novembro 2010

Dilma vai desonerar a folha de pagamento. Empresas vibram.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, um dos assessores mais próximos de Dilma, declarou que a presidente eleita, quando assumir, vai recuperar uma velha bandeira do setor produtivo: desonerar a folha de pagamento. A medida deve funcionar como uma arma do Brasil na guerra cambial, porque reduz os custos das empresas. É uma das providências que o novo governo planeja para reduzir o famoso "custo Brasil". Isso assinala que Dilma vai retomar as reformas microeconômicas, medidas pontuais para elevar a produtividade da economia e que foram – e ainda são - a principal bandeira econômica do ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Essas medidas paloccianas começaram a ser empreendidas na sua gestão, mas, em seguida, durante o segundo mandato de Lula, foram abandonadas. Uma promessa de campanha de Dilma foi a desoneração da folha de pagamento tendo por base uma queda de 8,5 ponto porcentual da contribuição descontada dos salários para a Previdência e para educação. A entrada de dinheiro via pré-sal garantem essa redução.

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