18 março 2011

Beneditinas 17

Cabe falar sobre a morte, mas não como fato, e sim como fenômeno. Do ponto de vista da analítica existencial, a morte não é um fato da vida - já que ela põe fim à vida e com a exceção do ato exato e preciso do morrer. O que é fato da vida é ter em mente a inevitabilidade da morte. Diz Heidegger que o Ser-aí é, na prática, um ser-para-a-morte, um ser que se projeta diante da certeza da sua falibilidade. 

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