11 agosto 2011

Égua do banho que o Amorim deu na Folha de São Paulo


Excelente a resposta do ministro Celso Amorim à provocação da Folha de São Paulo:
Folha - Vou lhe repassar uma pergunta que me foi feita por um oficial: e se fosse um general mandando no Itamaraty, os diplomatas iriam gostar?
Amorim - Os diplomatas são muito disciplinados, a tradição era que os ministros não fossem da carreira e houve mesmo um que vinha da carreira militar, o general da reserva Juracy Magalhães. Então, o importante é ser patriota, ter humildade para ouvir e capacidade para decidir.
Égua do banho!!

7 comentários:

Anônimo disse...

Que prazer ouvir uma coisa dessas. Esses jornalistasinhos precisam aprender muuuuuito!

Flávio Sidrim Nassar disse...

Bem vindo ao universo virtual.
Com referencia à resposta do Amorim, essa Folha não tem jeito, continua golpista. O cargo de Ministro da Defesa como o das Relações Exteriores são de livre indicação do Presidente da República, o resto é ficar estimulando fofoca, ou vivandeira estimulando guerras para seguirem às tropas em troca de favores.

Marise Morbach disse...

De fato Fábio, o cara é muito bom!
Um abração e bom retorno!

Fabio Fonseca de Castro disse...

Olá Marise,
Não é?
Obrigado e um grande abraço.

Fabio Fonseca de Castro disse...

Oi Flávio,
E depois não gostam quando a gente fala em "imprensa golpista"... Os jornais já não dissimulam seus filtros e a coisa tá ficando escrachada mesmo.
Grande abraço.

Anônimo disse...

De fato, a PIG tá perdendo totalemnte a compostura, cada vez mais cara-de-pau e sem vergonha. Essa do Amorim então, só quem não conhece o histórico dele afirmaria que isso é uma jogada de altíssimo risco como li numa revista esta semana, bem pelo contrário pelo currículo dele ao lado de Lula, pela postura coerente, e responsável pela projeção e recuperação da diplomacia do Brasil no exterior, é que poderíamos dizer: que jogada de mestre. A PIG esperava desestabilizar o governo com esse entrevero ridículo, esse show de grosseria e falta de profissionalismo do ex-ministro Jobim, mostrou não ter o menor preparo para uma pasta que requer habilidade , diálogo, saber escutar e sobretudo negociar. Ainda bem que se foi e já vai tarde. Deixe o trabalho para os diplomatas de verdade, como Amorim.

Fabio Fonseca de Castro disse...

Com sua aspiração em tornar-se uma potência global e acordos de aquisição de equipamento militar de alta tecnologia (caças da França, tecnologia se satélite da China, tecnologia de submarinos com a Alemanha) se torna muito interessante que o Ministério da Defesa seja administrado por um diplomata, ainda mais por alguém tão bem reconhecido, no cenário internacional, como o Amorim.