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Mostrando postagens de agosto, 2020

EPCA - Encontro de Pesquisa em Comunicação na Amazônia

Conferência de Encerramento com os Professores Otacílio Amaral Filho e Fábio Fonseca de Castro. Sexta, 28 de agosto de 2020, às 19h. Aqui .

Um velho projeto: uma plataforma com meus livros, artigos, textos e planos de curso em PDF

Em tempos pandêmicos, a vontade de estar e dividir tem crescido. Nisso, toquei uns projetos antigos: 1 – Fazer versões digitais, em e-pub e PDF, de meus livros « A Cidade Sebastiana » e « Entre o Mito e a Fronteira ». 2 – Publicar um livro de contos, «  Apontamentos sobre a cidade imaginária de Belém”. Esse livro foi escrito 25 anos atrás para acalmar « A Cidade Sebastiana », da « inerência da sua ficção ». 3 – Disponibilizar ainda meu novo livro de pesquisa, « As Identificações Amazônicas », publicado pelo Naea. 4 – Fazer um site reunindo isso e muito mais: meus artigos científicos e de opinião, planos de curso, bibliografias, áudios, vídeos etc. Isto dito, peço que visitem e ajudem a divulgar essa plataforma: www.fabiofonsecadecastro.org . Meus livros e artigos em PDF estão lá ou entrarão lá logo mais, para quem quiser fazer download, gratuito e rápido. O material em formato e-book estará no site da Amazon, com link no meu site, ao preço de R$ 15, com renda revertida para o querido M

Kamala Harris, com todas as habituais contradições que perfazem o jogo político

Fonte: Joey Weatherford USA TODAY Network Observando o tratamento dado pela mídia à indicação de Kamala Harris como candidata a vice-presidente dos EUA, na chapa democrata liderada por Joe Biden, deu para perceber uma grande diferença editorial, apesar da quase unanimidade das opiniões compreendendo que, do ponto de vista eleitoral, foi uma boa escolha. Não obstante, foi bastante diverso o tratamento editorial dado a essa notícia, mundo afora. As diferenças foram marcantes, entre os diversos veículos e certamente traduzem posições políticas de diferentes Estados em relação à política norte-americana na gestão Donald Trump. A mídia massiva canadense, que geralmente odeia Trump, elogiou enormemente a escolha de Harris. O The Globe and Mail, principal jornal do país em língua inglesa, editado em Ottawa mas que circula de costa a costa, chegou a dizer coisas como “Joe Biden para co-presidente” e que Harris, com seus 55 anos, é o futuro da América – diante de um Biden que, com 77 anos, prov

Prof Otacílio Amaral Filho (DocBio)

Reproduzo o vídeo produzido pelo Projeto Documentários Biográficos da Amazônia (DocBio), da Faculdade de Comunicação, em homenagem ao Prof Otacílio Amaral Filho, por ocasião da sua defesa de memorial acadêmico:   

Palestras sobre os Amigos, n. 58: Otacílio e os afetos rolantes

Por ocasião da defesa de memorial acadêmico do prof Otacílio Amaral Filho na UFPA, publico mais esta "Palestra sobre os Amigos", em sua homenagem. O Tatá é um dos colegas mais éticos e sensíveis que conheci na minha vida acadêmica. Sempre aprendi muito com ele e sobre diferentes coisas: ser pesquisador, ser professor, ser cidadão, ser gente... e isso fora seus grandes temas, como a "marca Amazônia" e os "espetáculos culturais", dentre outros. Grande orgulho de ter a chance de trabalhar junto com ele. As "palestras", já expliquei antes, são pequenos textos que de homenagem aos meus amigos. A ironia discreta desses textos com o academicismo não conseguiria estar num lugar mais apropriado do que numa homenagem ao Otacílio - que sempre desconstruiu as pretenções por trás da ciuência. Uma oportunidade de lhe dizer OBRIGADO! Palestras sobre os Amigos, n. 58. Otacílio e os afetos rolantes Senhoras e Senhores, Meu amigo Otacílio A. F. possui a mesma de

A adesão do Pará à metafísica brasileira

Uma palavra breve sobre o feriado de hoje, referente à “adesão do Grão-Pará” à independência do Brasil: não foi “adesão”, foi “anexação”. Para mim, isso é um fato elementar – cabendo sobrepor a ele seu contexto histórico: a necessidade, no debate político local, naquele momento, de encontrar alternativas viáveis para a decepção geral com o “constitucionalismo” português. As alternativas vagavam entre ser uma província portuguesa com o status colonial renovado; ser uma província do Império brasileiro, com o status colonial igualmente renovado e, eventualmente, conformar um Estado. Para esta última hipótese faltou uma camada intelectual resiliente – tal como houve na Nova Granada, no Peru, no Brasil e em outros rincões do mundo colonial ibérico. Para as duas primeiras alternativas houve, efetivamente, resiliência intelectual e a escolha por se tornar província imperial pareceu o mal menor. Não advogo nacionalidades e não me reconheço, sinceramente, nem como “brasileiro” e nem como “parae