Este blog surgiu como ponto de referência de um trabalho que comecei a fazer sobre blogs, justamente e, depois, virou espaço de referência para o meu curso na especialização em Imagem e Sociedade. A partir deste post, e por tempo indeterminado ele estará à serviço do laboratório de sociomorfologia, meu laboratório de pesquisa na UFPa. Naturalmente que seria mais coerente fazer um blog próprio para o Laboratório, mas sou tão ruim para manuesar tecnologias que não consegui fazer uma das coisas mais simples do mundo que é criar um blog. Consegui fazer este, e já é muito. Portanto, ele próprio será usado como ponto de referência - está decidido - para o LabSo, aulas, cursos, orientações e derivados. Ok? Bem, o que está postado para trás tem certamente utilidade, posto que é, tudo, sociomorfologia.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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