A perspectiva metodológica adotada pelo Laboratório tem seu referencial teórico mais imediato no pensamento de Alfred Schütz, que procurou promover uma fusão de horizontes entre a filosofia e a sociologia – mais especificamente entre a filosofia fenomenológica desenvolvida por Edmund Husserl e a sociologia compreensiva desenvolvida por Max Weber. Dessa maneira, Husserl e Weber constituem marcos teóricos igualmente referenciais para nossas pesquisas. Junto a eles irmanam-se outros autores que adotaram perspectivas fenomenológicas e compreensivas na sua leitura do mundo social, notadamente Martin Heidegger, que fundamenta um dos pontos reflexivos estruturantes de nosso trabalho, qual seja, a crítica à razão metafísica. Dentre esses diversos autores, a maioria dos quais recentes e producentes, referimos também, constantemente, as obras de Jacques Derrida, Serge Moscovici e Michel Maffesoli. O primeiro deles, ntadamente, por meio de sua contribuição à desconstrução da metafísica ocidental. O segundo, por sua importante leitura da noção de interação simbólica, de Durkheim, com o resultado bem conhecido da sua tese sobre as “representações sociais”. O terceiro, sobretudo, pela sua concepção de uma “estética social”, incidente sobre nossos estudos da “forma social”, mas, também, por sua reflexão a respeito de uma sociologia “sensível”, calcada na experiência social e, dessa maneira, oposta a uma “sociologia metafísica” que procuramos criticar em seus fundamentos.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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