Na aula desta quarta-feira iniciamos a segunda unidade do nosso curso de Sociologia da Cultura. Assim como na primeira unidade estudamos um desdobramento da sociologia durkheimiana, por meio da obra de Serge Moscovici e da sua teoria das representações sociais, nesta unidade estudaremos um desdobramento contemporâneo da sociologia marxista, especificamente a obra de Pierre Bourdieu. Bom, esclareçamos que é difícil caracterizar Bourdieu por meio de uma filiação sociológica específica. A sua pretensão teórica, inclusive, é constituir um ponto de convergência entre as grandes famílias sociológicas. Não obstante, em nosso ver há, em seu pensamento, uma índole marxista dominante. Índole essa que se expressa na percepção macrodinâmica dos fenômenos sociais e na interpretação à dominante hegeliana. Mas deixamos o tema para um debate futuro. Nesta primeira aula vimos a trajetória do autor, sua formação e os fatos bio-bibliográficos importantes. Destacamos um elemento: as motivações pessoais para a reflexão sobre os fenômenos da exclusão social. Destacamos esse aspecto porque a vivência da exclusão – e também da auto-exclusão – foi uma experiência importante na sua formação. Procuramos, enfim, nessa primeira aula, desenvolver um conceito bourdieusiano central, o da “reprodução social”, em seu impacto sobre a natureza da exclusão – de toda forma de exclusão, inclusive simbólica.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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