Nesta segunda aula sobre a noção de cultura na obra de Pierre Bourdieu abordamos a noção de habitus. Utilizamos três obras do autor para procurar uma compreensão do conceito: A Distinção, O Senso Prático e Coisas Ditas. A aula foi desenolvida segundo três objetivos: em primeiro lugar, compreender o conceito como fundamento da teoria bourdieusiana da cultura; em seguida, situar o conceito na dimensão antropológica e etnográfica da obra de Bourdieu, localizando a formação da noção de habitus na sua observação da sociedade Kabília; enfim, em terceiro lugar, elaborar uma percepção crítica da noção de habitus, debatendo seus fundamentos à luz de uma crítica à funcionalidade “estruturante” do pensamento do autor. Nesse sentido, procuramos esclarecer de que maneira a noção de habitus aproxima-se e afasta-se, ela própria guardando uma distância crítica notável, da tradição marxista.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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