Os posts anteriores são trechos do meu trabalho de doutorado e estão presentes, ainda que indiretamente, no paper 13 do Laboratório de Sociomorfologia, que referi alguns posts atrás. Eles são referenciais para os alunos de minhas duas turmas atuais: para os do curso Estudo de Temas Amazônicos II (Dinâmicas culturais amazônicas) e para os do curso Sociologia da Cultura e da Comunicação. Para os primeiros, pelo fato imediato de que vão ao cerne do nosso problema quanto às dinâmicas intersubjetivas da produção cultural contemporânea de Belém, tema que estamos debatendo em aula. Para os segundos, porque tematizam, metodologicamente, a abordagem maffesoliana, debate atual do nosso curso.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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