Jorge Rocha Neto, polemista e blogueiro, gravekeeper, como ele mesmo se diz, concedeu entrevista ao blog Monitorando. Nela, explicita suas teses sobre o fim do jornalismo. Nâo se deixem impressionar pelo polemismo do sujeito, pois vale à pena ler suas idéias. Para ele, por exemplo, o jornalismo morto produz um “rigor mortis sui generis, pois é espasmódico e faz confundir estertores com sobrevida”. Ah, e falar sobre a morte do jornalismo, não implicaria, teoriza, em falar sobre a morte dos jornalistas. Tanto melhor, enfim...
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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