O modelo predador valoriza o grande capital como a única possibilidade de modernização de um território. É a seqüência lógica da primeira diferença entre os dois modelos, citada acima: tudo depende da determinação do grande capital, da vontade do grande capital. Isso gera uma grande inércia na sociedade, porque o Estado se coloca numa posição sempre passiva. O NMD pensa diferente. Pensa que a modernidade, ou seja, a capacidade de avançar a história, não funciona, unicamente, com o poder do grande capital. O NMD acredita que é possível uma modernização distributiva. O que é isso? É a indução de arranjos institucionais, é o emprego inteligente de pequenas parcelas de capital para estimular pequenas economias. NMD é não ficar à mercê do grande capital, é estimular as potencialidades locais, acreditando que elas também são agentes de modernização.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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