O modelo predador enfatiza o papel das exportações. Sempre está voltado para o mercado externo, sempre se coloca nessa condição passiva, como se o Pará estivesse condenado a se um depósito de riquezas, como se a tarefa do paraense fosse apenas coletar essas riquezas para enviá-la a seus verdadeiros donos e como se a missão do Estado fosse, exclusivamente, criar condições que facilitam esse processo. O modelo predador pensa no Estado como um passador de riquezas e um recebedor de migalhas. O NMD não aceita essa condição. Ele reconhece que o segmento das exportações tem limites. Por isso, propõe um modelo flexível, sempre pensando em diminuir a vulnerabilidade paraense aos caprichos do mercado internacional. Flexibilidade significa um campo econômico variável, dinâmico, que seja capaz de gerar oferta e não de, exclusivamente, atender à demanda.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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