18 dezembro 2009

Outra Amazônia 36: A terceira dimensão do NMD: O território

O Estado tem o dever de combater as desigualdades regionais, favorecendo a integração do território, a multipolaridade e a intensificação das vocações municipais, sempre estimulando a geração de vantagens competitivas locais.
O Governo deve pactuar, com o setor produtivo e a sociedade em geral um modelo de desenvolvimento rural sustentável, o qual terá por base uma política de ordenamento territorial e o fortalecimento de redes de atividades produtivas locais. 
O ordenamento territorial do estado deve ter por base a elaboração de políticas de Gestão Ambiental, de Gestão Fundiária e de Gestão de Florestas. 
Por sua vez, o fortalecimento das atividades produtivas locais terá o compromisso com o fortalecimento de trajetórias sustentáveis e com a restrição de trajetórias oportunistas 
O Governo deve favorecer a complementaridade entre modais, potencializando a vocação hidroviária do estado e pensar no desenvolvimento de forma integrada.

3 comentários:

JOSÉ DE ALENCAR disse...

Meu caro Fábio.

Estou de acordo.
Mas tenho consciência de que o Estado do Pará simplesmente não pode financiar nada disso com sua raquítica receita pública per capita de R$1.461,36 por ano.
Feliz Natal.

JOSÉ DE ALENCAR disse...

Meu caro Fábio.

Estou de acordo.
Mas também estou consciente de que o Estado simplesmente não tem como financiar isso tudo.

Fabio Fonseca de Castro disse...

Prezado Alencar,
Você tem toda razão: o Estado não tem recursos para fazer tudo, mas a idéia é construir um programa, ou seja, ter uma direção de onde ir, de que escolhas fazer. O pequeno orçamento, afinal, impõe escolhas, não é?
Grande abraço,