10 maio 2010

Banda larga 1: a "insegurança" dos empresários

As operadoras de telefonia temem o Plano Nacional de Banda Larga tacitamente. Seus argumentos são autoprotecionistas e descabidos. Dizem temer o efeito que a Telebrás terá na concorrência no setor, mas o que as preocupa é, exclusivamente, a diminuição de seu lucro pela via a regulamentação de um setor que tem conferido lucros incríveis à custa de serviços precários. Ou seja, um setor que precisa de regulamentação. Três pontos deixam os executivos “inseguros”: a intensidade da participação da Telebrás no programa, a fixação de preço de uso para a infraestrutura pública de fibra óptica (a União projeta um valor de R$ 230 o megabite por segundo pelo aluguel do backbone, estrutura principal do serviço) e a tarifa-teto de R$ 35 ao consumidor. Ora, são três coisas boas para 98% dos brasileiros...

Nenhum comentário: