19 maio 2010

Belo Monte 13: A visão de Cerqueira Leite

Um trecho do artigo de Rogério Cerqueira Leite publicado na Folha de São Paulo de hoje a respeito de Belo Monte:
Será que tais ambientalistas não percebem que não deixam alternativa ao país senão o uso de combustíveis fósseis, o que acarretará, inelutavelmente, embora a longo prazo, a desertificação da Amazônia, dentre outras catástrofes?
Com isso, não será apenas a meia dúzia de saimiris que perecerá nos 500 km 2 da usina Belo Monte, mas toda, ou quase toda, a biodiversidade da Amazônia e do resto do planeta.
Não percebem esses "ignocentes" que a usina e suas eventuais congêneres constituem a melhor arma que têm o Brasil e a humanidade para combater o aquecimento global e, com isso, defender a integridade da floresta Amazônica e das demais matas de todo o planeta?

2 comentários:

Anonymous disse...

Quá quá rá quá quá. Físico entende muito de meio ambiente mesmo...
A emissão de GEEs por lagos de hidrelétricas em muitos casos supera a emissão das térmicas.

Anonymous disse...

Putz. O sr selecionou o trecho menos pior, né, professor?

Olhe as barbaridades do dito cujo no mesmo artigo:

Em contraste, considera-se que, em Belo Monte, apenas dois ou três milhares de habitantes são computados e que, na mudança, ganhariam significativamente quanto a infraestrutura e conforto pessoal. Os índios da região amazônica são, em origem, seminômades, deslocando-se periodicamente sempre que recursos naturais se escasseiem devido ao extrativismo a que eles mesmos recorrem.