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Política de comunicação 1: Proposta

Começo hoje uma nova série de posts no blog: Política de comunicação. O objetivo é mapear e discutir os principais pontos que estão no debate nacional a respeito da comunicação, tentando sistematizar o debate e esclarecer os leitores do blog sobre as posições dos jogadores e sobre o que está em jogo. Vou discutir temas como a convergência midiática, a lei da TV à cabo, a questão da TV digital, a nova lei de publicidade, a questão da obrigatoriedade do diploma de jornalista, a função da pesquisa em comunicação, etc.
Vou procurar dar um caráter bem didático a esses temas, explicando a situação deles na sociedade brasileira atual, os interesses que estão em jogo e as estratégias dos jogadores.
Meu objetivo é precisar o que seria uma política de comunicação realmente democrática, popular e universal. Ou seja, uma política pública de comunicação. Dizendo de outra forma, uma política de comunicação que supere as amarras do mercado e do marketing eleitoral. Uma política de comunicação que não se submeta à pressão dos oligopólios ou aos interesses E, a partir daí, agregar elementos para construir idéias e propostas de ação e tomadas de posição.

Ah, em época eleitoral, esta política pública de comunicação está livremente ofertada aos candidatos. Quem quiser pode, simplesmente dar ctrl+c / ctrl+v ou, se quiser ir mais à fundo, me procurar, que eu construo plataformas, costuro acordos com os setores, assessoro, escrevo discursos empolgantes e escrevo projetos de lei, sobre esse assunto, sem cobrar nada por isso. Nada mesmo. Zero.

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