19 junho 2012

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Após uma semana fora i'm back to black, to dear dirty dublin (no dia 16 de junho fiz a lição de casa e perambulei, como Leopold Bloom, por onde podia) que pudera ser, como diz o Flávio Nassar, a bela bosta belém de todos nós. Estive na Compós, o eventum maximum  dos pesquisadores da comunicação (olha eu lá, ao lado do Micael Herschmann, Suzana Kilpp, Irene Machado, Alice Durtz, Cristiane Freitas Gutfriend e Lidiane Pinheiro) e revi velhos amigos - a Cristiane e a Cintia Sanmartin Fernandes, do Ceaq, em Paris - o Denilson Lopes, da UnB, e vários outros, das aventuras da comunicação afora.


Depois fui pro Rio, coisa de ignorar a Rio +20 e prestigiar a Cúpula do Povos e, dentre dela, o II Mídia Lívre Mundial. Como sempre, no Rio, morro pela boca e esgoto meu orçamento comprando livros. Mais uma vez pude comprovar que a melhor livraria do Brasil continua sendo a Leonardo da Vinci, e que essas coisas de Fnac (só na França presta) e Cultura é coisa de margem, de intelectualidade de margem - tipo são paulo, etc. Benedito já dizia.

E engordei. Como juiz de fora (compós) não fôra, digamos, sôpa, (minas, afinal, sempre será a melhor culinária do brasil, em minha opinião, é claro) creio que haverei de radicalizar meus esforços "acadêmicos" nesta semana (sabem a qual tipo de academia me refiro, não é?).

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