O Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo da UFMS abriu na última quarta-feira, 2 de julho, Chamada de Trabalhos para o 4º Simpósio de Ciberjornalismo. O evento acontece entre os dias 28 e 30 de agosto, no auditório do CCHS na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O 4º Simpósio de Ciberjornalismo terá a participação do jornalista espanhol Mário Tascon que trabalhou no jornal El País, considerado referência internacional no jornalismo impresso, o tema de sua participação é “2020. Tendências Jornalísticas”; do jornalista, professor e pesquisador da Universidade Ramón LLull e articulista do jornal La Vanguardia, Josep LLuís Micó que vai falar de pesquisa sobre o uso das redes sociais no La Vanguardia; do jornalista e diretor de tecnologia de El País, Gumersindo Lafuente que vai tratar sobre os “novos caminhos do Jornalismo”.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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