O grupo Mídia e Narrativa, do Programa
de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas, realiza, nos dias 04, 05 e
06 de novembro, em Belo Horizonte, o III Seminário: Recodificações do
popular midiático. O encontro pretende debater relações entre mídia e vida
social, no cruzamento como o tema do “popular”. Na lista de temas debatidos:
análise de fenômenos do “popular midiático” e de suas implicações ideológicas
afirmadas nas dimensões estéticas, políticas e sociais; as formas de
representação do popular em produtos midiáticos; aproximações e distanciamentos
entre o discurso popular e o discurso populista nas mídias; imbricações, nas
mídias, entre as noções de popular, classe e gosto; as relações entre
intelectuais e a cultura popular midiática; o popular e o consumo na mídia:
identidades, estilos de vida, mercadorias, gostos; a dramaturgia midiática dos
populares: telenovelas, reality shows, programas de auditório, entre
outros; o popular midiático no contexto da cultura digital. Mais informações aqui.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
Comentários