Depois de amanhã, de 15 às 18, teremos o nosso primeiro Selminário de Sociomorfologia do ano. Não pudemos começar mais cedo em função do semestre excessivamente pesado que tivemos, marcado pela campanha pela direção do Centro de Letras e pelo início simultâneo de vários projetos do laboratório de Sociomorfologia, como o Tribos Urbanas, o RMIA (financiamento PARD) e o ISA (financiamento CNPq). Mas, enfim, recomeçamos. O Seminário de Sociomorfologia é uma atividade central do Laboratório de Sociomorfologia. Ele agrega meus 13 bolsistas, meus orientandos de TCC, especialização e mestrado, os alunos das graduações em Comunicação e em Letras, bem como da especialização Imagem e Sociedade que desejam participar. Teremos reuniões quinzenais, sempre às quintas-feiras, de 15 às 18, no auditório de Comunicação. O Seminário é aberto ao público e confere certificados de participação ao final de cada semestre letivo. Para quem se interessar, há uma pasta com o título Seminário de Sociomorfologia na Xerox do CLA dispondo os textos que serão debatidos em cada sessão. Há também um calendário das leituras e das discussões. Cada sessão começa com a apresentação do texto do dia por um dos meus bolsistas e prossegue com a discussão do mesmo, sempre buscando uma associação com os grandes temas do LabSo: representações e identificações sociais, imagem, imaginário, crise da representação, cultura pós-moderna.
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...
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