O tema da aula será a globalização. Ou melhor, a relação entre a globalização e a pós-modernidade. Faremos uma leitura bastante específica do fenômeno da globalização, ou melhor, dos diferentes fenômenos da globalização. Essa leitura está centrada na proposta metodológica de examinar as globalizações pela via de uma leitura “heteróclita”. Que vem a ser isso? Bom, uma estratégia de percepção não reducionista do fenômeno. Sugeriremos que não há um modelo de globalização, mas diversos e que eles podem ser agrupados, ao menos, em quatro categorias gerais, por meio das quais podemos nos aproximar do fenômeno. Com apoio de Souza Santos, pensaremos na diferença entre globalismos localizados e localismos globalizados. Perceberemos como o capitalismo flexível associa-se às dinâmicas de globalização e, seguindo o movimento já empregado nas aulas anteriores, tentaremos perceber a globalização à luz da experiência social híbrida presente na nossa própria vida social.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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