Informo o lançamento do 13º paper de pesquisa do Laboratório de Sociomorfologia, que, integrando a Série Identificações Amazônicas, tem o título de "A moderna tradição amazônica". O paper coincide com o incicio da minha colaboração na disciplina "Estudo de Temas Amazônicos II", que divido com o professor João de Jesus Paes Loureiro e que porta sobre o estudo das dinâmicas culturais da Amazônia. A disciplina estará sendo ministrada às segunda-feiras, de 10 às 12, no pavilhão FB da UFPA, com algumas aulas de reposição a serem cominadas (a primeira delas, como referi, nesta sexta, de 11 às 14, na sala 1 do laboratório de Comunicação, prédio do CLA).
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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