Desse modo, poder-se-ia dizer que o tema do supérfluo, no ato amoroso contemporâneo, é um tema relacionado ao fetiche. Será preciso evocar Wittgenstein para colocar a questão. Segundo esse filósofo, o desejo é uma coisa que não tem suas razões. Ele não tem, senão, suas causas. Assim é o fetiche e toda a superflibilidade da cultura sexual contemporânea: ele não tem senão causas. Wittgenstein, no Tractatus logico philosophicus, aliás, observa que "Ce qui est mystique ce n'est pas comment est le monde, mais le fait qu'il est.".
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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