As consultas a este blog multiplicaram nos últimos dias - apesar de o último post ser datado de 15 de março. Isto é engraçado e ao mesmo tempo dramático! Devendo-se o fato, naturalmente, à minha nomeação para responder pela CCS, no âmbito do goveno, sinto obrigação de, mais uma vez, explicar que, neste blog, não se encontrará nenhuma referência ao meu trabalho como colaborador do governo. Repito que se trata de um blog de apoio ao meu laboratório de pesquisa na UFPA, aos meus cursos e seminários. Não seria ético e nem possível agir de outra forma. Assim, não adianta procurar por aqui informações sobre a Comunicação do governo ou sobre a Câmara de Políticas Socioculturais. Lamento pelos que não compreenderão o - digamos assim - projeto editorial deste blog, mas aqui continuo a ser apenas o pesquisador. A propósito, recupero que, como acertado com o reitor da UFPA, professor Alex Fiuza de Melo, como os demais colegas que estão ajudando no governo do estado, continuo atuando na universidade, ministrando uma disciplina, no curso de Comunicação, desenvolvendo minha pesquisa sobre mídia, identidade e emancipação social e participando de bancas. Aos que acompanham o blog porque têm interesse na Comunicação e na sociologia da cultura que aqui se faz, apenas lamento não poder estar sendo mais frequente.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
Comentários
Um grande abraço.