Porque julho e agosto, que são meses sucessivos, têm, ambos, 31 dias? A história é a seguinte: no calendário romano, que vigiu até 47 a .C., o ano começava em março, com a primavera, o que faz de julho o quinto mês. Por isso, ele era chamado Quintilius. Agosto, o sexto mês, era Sextilius. Com a reforma do calendário promovida por Júlio César, decidiu-se chamar o Quintilius de Julius, homenagem ao primeiro imperador. Essa mesma reforma determinou que os meses teriam, sucessivamente, 30 e 31 dias. Julius tinha 31. Anos mais tarde decidiu-se mudar o nome do Sextilius para o homenagear Octávio, por cujo título, Augustus, exigia ser tratado. Então Sextilius virou Augustus, agosto. Só que agosto tinha 30 dias, o que acabava sendo uma desvantagem em relação a Julius e, simbolicamente, algo inadimissível. A solução foi acrescentar mais um dia ao mês.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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