O ex-editor da revista Time, Walter Isaacson, propõe o micropagamento como solução para a crise financeira do jornalismo. Não se precisa mais pagar a assinatura integral do jornal para ter acesso a seu conteúdo, seja ele impresso, seja digital. Pode-se assinar uma seção determinada, uma coluna, ou comprar a notícia no varejo. Por cada acesso se paga alguns centavos. Ademais, se evitaria os inconvenientes dos sistemas de paggamento, bnem sempre confiáveis. As aquisições podem se estender a suítes da matéria, imagens, infográficos, glossários, etc. Tem alguem aqui que é contra a idéia: Why Small Payments Won’t Save Publishers.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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