Li há pouco que o Reader’s Digest está indo à falência. O que se vai é mais que uma revista chata, é a bíblia do american way of life, porque nos «episódios da vida real» ali narrados, condesados que nem leite condensado, ia e vinha a maneira como os americanos se enxergam. Ainda hoje são 100 milhões de exemplares, em 19 línguas e em 48 países. A edição brasileira circula desde 1941. O problema, acho que todos concordam, é o anacronismo da publicação.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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