Donald Draper é um publicitário dos anos 1960. Trabalha na agência Sterling Cooper. A série devia ser um drama, mas ganhou um contorno de humor. É impossível tratar desse assunto sem recair num pouco de humor. Trata-se de Madman. O que é bem interessante é ver um pouco da história da publicidade quando campanhais reais são criadas por essa agência e personagens fictícios. Menos engraçado é ver o funcionamento do departamento de mídia da agência. Aliás, aqui fica a parte dramática do programa. Aqui descobrimos que publicidade não é criação, é mídia. Aqui se vão 90% do orçamento dos clientes.
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...
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