A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados votará nesta semana o projeto que limita a venda de terras na Amazônia para estrangeiros. O projeto foi apresentado em 2001 e é de autoria do ex-deputado José Dirceu e do deputado Nilson Mourão (PT-AC). A proposta já recebeu parecer favorável do deputado José Genoino (PT-SP). Pelo projeto, estrangeiros poderão ser donos de terras de até 15 módulos fiscais. O proprietário deverá também ser residente, domiciliado ou instalado no País há pelo menos 10 anos. Estrangeiros não poderão ter imóveis rurais nas divisas da Amazônia Legal (Fonte: Agência Estado).
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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