Thaís Brianezi, jornalista da Repórter Brasil, apurou que a empresa Agropecuária Jayoro, localizada em Presidente Figueiredo, no vizinho Amazonas, funciona desde o começo do ano sem licença ambiental. Seria até um fato banal, qu não casaria mais espanto aos amazônidas, não fossem os seus 4 mil hectares de canaviais, como também os seus 400 hectares de pés de guaraná, serem usados para produzir o xarope que dá sabor à Coca-Cola, ou seja, a fórmula misteriosa e famosa. O açúcar Jayoro também é exportado para Colômbia, Venezuela e Paraguai. A licença ambiental deveria ser emitida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), órgão ambiental do governo amazonense. O motivo para que a licença não tenha sido renovada decorreria do fato de que a empresa não teria cumprido da lei de Reserva Legal, de 80% da área da propriedade, nesse caso.Via Blog do Sakamoto.
Tomei ontem, junto com a professora Alda Costa, uma decisão difícil, mas necessária: solicitar nosso descredenciamento do Programa de pós-graduação em comunicação da UFPA. Há coisas que não são negociáveis, em nome do bom senso, do respeito e da ética. Para usar a expressão de Kant, tenho meus "imperativos categóricos". Não negocio com o absurdo. Reproduzo abaixo, para quem quiser ler o documento em que exponho minhas razões: Utilizamo-nos deste para informar, ao colegiado do Ppgcom, que declinamos da nossa eleição para coordená-lo. Ato contínuo, solicitamos nosso imediato descredenciamento do programa. Se aceitamos ocupar a coordenação do programa foi para criar uma alternativa ao autoritarismo do projeto que lá está. Oferecemos nosso nome para coordená-lo com o objetivo de reverter a situação de hostilidade em relação à Faculdade de Comunicação e para estabelecer patamares de cooperação, por meio de trabalhos integrados, em grupos e projetos de pesquisa, capazes de...
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