O modelo predator compreende o Estado como um agente facilitador das operações de predação. Pensa que a única tarefa real do Estado é criar as condições de produtividade passiva necessárias a essa predação. Para isso, o Estado precisa ser restrito e diminuído. Nessa concepção, estado eficiente é estado pequeno. O NMD compreende que as tarefas do Estado são mais complexas. Pensa que não faz sentido o Estado ser um facilitador da vida "dos outros". O NMD advoga um Estado com responsabilidade social e atuante na promoção do desenvolvimento, ou seja, um Estado que faz escolhas, que empreende, e não que, tão somente, "facilita" as operações do grande capital, chamando a isso de desenvolvimento.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
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