20 dezembro 2010

Ademir Andrade condenado

No fim da semana que passou, a Justiça Federal do Pará, em sentença da juíza Hind Kayath, condenou o vereador Ademir Andrade (PSB) em Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público Federal, com base nas investigações da “Operação Galileia”.

O vereador Ademir Andrade, que à época (2006) presidia a Companhia das Docas do Pará, chegou a ser preso durante a “Operação Galileia”, perpetrada pela Polícia Federal.

A pena atribuída pela juíza Kayath a Ademir Andrade é de suspensão dos direitos políticos por três anos, multa de R$ 20 mil e proibição de contratar com o poder público e receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos. A sentença não tem efeitos imediatos, pois dela cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª. Região, que poderá manter, ou reformar a decisão.

Um comentário:

CiVViva - CIDADE VELHA-CIDADE VIVA disse...

Quem sabe se o autor dessa lei fez a diferença entre lingua e dialeto? Porque, ao menos tratando-se de italiano, o q muitos falam aqui, bem pouco tem a ver com a lingua italiana. Falam dialetos locais (e na Italia são cerca de 8.000) da época que chegaram aqui, incompreensiveis hoje, na Italia,
O dialeto, diferentemente de uma lingua, não tem gramática. É formado por uma série de palavras deixadas pelos vários invasores da peninsula, ao longo de todos esses anos de historia.
De uma cidade para outra o dialeto é completamente diferente.

Na Europa, depois da chegada da TV em todas as casas, o dialeto perdeu espaço para a lingua nacional. Isso não acontece aqui, mas fica o fato que continua sendo dialeto, e não lingua.