25 maio 2011

Quais deputados paraenses votaram SIM ao Código Florestal? E quais votaram NÃO?

A turma do "massacre da serra elétrica":


Lira Maia (DEM)
PA
Sim
Giovanni Queiroz (PDT)
PA
Sim
Elcione Barbalho (PMDB)
PA
Sim
José Priante (PMDB)
PA
Sim
Wladimir Costa (PMDB)
PA
Sim
André Dias (PSDB)
PA
Sim
Dudimar Paxiúba (PSDB)
PA
Sim
Wandenkolk Gonçalves (PSDB)
PA
Sim
Josué Bengtson (PTB)
PA
Sim



A turma do bem:

Arnaldo Jordy (PPS)
PA
Não
Lúcio Vale (PR)
PA
Não
Beto Faro
PA
Não
Cláudio Puty
PA
Não
Miriquinho Batista
PA
Não
Zé Geraldo
PA
Não


4 comentários:

Anônimo disse...

Professor,
parece que dessa vez há algo errado no seu post, pois os dois únicos deputados federais pelo Pará que votaram contra este terrível código florestal foram: CLAUDIO PUTY (PT) e ARNALDO JORDY (PPS), conforme se pode observar no site da própria câmara dos deputados: http://migre.me/4DJsS.
Parabéns aos dois deputados!

Anônimo disse...

O PT liberou seus deputados para votar o código na sua totalidade e somente quem foi contra da bancada do Pará foram Jordy e Puty. Já na emenda 164 faz a anistia a desmatadores e abre caminho para mais desmatamentos, que ai sim o resultado foi o que você está divulgando. Veja o Blog do Ze Carlos e Vicente Cidade.

Diógenes Brandão disse...

Professor Fábio Castro,

Em absolutamente nenhum lugar que eu tenha pesquisado encontrei a lista que o sr se refere para afirmar que foram 06 deputados federais do Pará que votaram contra o relatório de Aldo Rebelo. Tanto Puty quanto Jordy noticiaram o que vi em vários sites e blogs: Apenas eles dois votaram contra ao passo que os demais presentes na votação foram favoráveis.

Fabio Fonseca de Castro disse...

Peço desculpas por não ter sido claro.

De fato, apenas Cláudio Puty e Arnaldo Jordy votaram contra o projeto de Código Florestal Brasileiro, de Aldo Rebelo.

No PT, os votos contrários ao texto de Aldo vieram de 35 deputados. A orientação do partido foi favorável à matéria, mas o líder da bancada, deputado Paulo Teixeira (SP), liberou os parlamentares que quiseram votar contra.

O quadro que apresentei refere-se à votação da emenda 164 ao referido projeto, uma das principais polêmicas relacionadas ao Código e, ao que parece, ápice do racha na base governista na Câmara.

A emenda 164 consolida todas as áreas de produção existentes no país em áreas de preservação permanente (APPs) – o que é considerado por ambientalistas como um verdadeiro crime ambiental. Assim, por essa emenda, áreas de proteção já desmatadas devem permanecer como estão, sem a necessidade de reflorestamento.

No horizonte do novo Código Florestal, o "massacre da serra elétrica" vem, sobretudo, dessa emenda.