11 janeiro 2012

Dicas para o mestrado em Comunicação 1

O post com a relação dos projetos aprovados para a 3a turma do mestrado em Comunicação recebeu mais de 500 acessos em três dias. Percebo o interesse pelo processo e gostaria de ajudar os interessados em fazer nosso mestrado a terem êxito. E, de nossa parte, é claro que nosso principal interesse é em ter projetos cada vez melhores.


Então, fiz alguns posts sobre o assunto. 
Primeiro, uma observação do perfil do candidato, uma simples sociometria de quem participou do processo nesta seleção. É claro que é preciso considerar, antes de tudo, que foi uma seleção atípica, que teve apenas um terço dos inscritos habituais – pelo fato de que o período de inscrições foi delimitado pela realização da prova de língua estrangeira. Porém, mesmo assim, os dados ajudam a perceber o perfil dos interessados no programa.
Tomei por base, para dar um perfil mais preciso deles,  uma etapa mediana do processo seletivo: o momento em que os candidatos já tiveram suas inscrições homologadas, seus projetos avalidados e seu curriculum pontuado e já realizaram a prova escrita.
Então, nesse momento, o perfil da turma era o seguinte: participavam da seleção 11 pessoas do sexo feminino e 4 do masculino. Delas, 10 nasceram em Belém; 1 em Santarém; 1 em Castanhal e 1 em Macapá. Outros 3, apenas, são oriundos de um estado não amazônico: um do Rio de Janeiro, um de São Paulo e um do Piauí, este residindo em Belém desde a infância. Todos, com exceção de um, reside em Belém – o caso excluinte em Santarém.
Dos 15 candidatos, 12 fizeram sua graduação em Comunicação (7 em jornalismo, 4 em publicidade e 1 em ambas as habilitações). Outros 2 candidatos graduaram-se em Letras, 1 em Design e 1 em Turismo. Essas graduações foram cursadas, em sua maioria, na UFPA (9) e na Unama (9). Apenas um candidato provém da Uepa.
Sete candidatos cursaram cursaram especializações, mas somente 3 delas foram na área da Comunicação. Trata-se de um item estratégico, já que conferem três pontos ao candidato (enquanto os cursos nas áreas conexas acrescentam-lhe apenas 1 ponto). Percebe-se que um ano de experiência profissional representa um ponto na avaliação.
Outro item que pontua bastante, no processo, é a publicação e a participação qualificada em eventos científicos. Dos 15 candidatos, apenas 6 apresentaram publicações,  num total de 10 itens: 2 artigos publicados e 8 publicações em anais de eventos.

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