A fragorosa derrota de ontem do Partido Liberal Democrata (PLD), depois de 54 anos no poder, no Japão, constitui, de fato, uma novidade. Um evento maior, digamos assim, da política internacional. Após a derrota, o primeiro-ministro Taro Aso anunciou sua renúncia como líder do partido reconhecendo a derrota para o Partido Democrata do Japão (PDJ), o qual conquistou 320 das 480 cadeiras do parlamento. , impondo uma derrota sem precedentes ao Partido Liberal Democrata (PLD). Taro Asso, não conseguiu manter a performance de Junichiro Koizumi, que comentamos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Tempos de crise, novos tempos, novos “mores”.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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