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10 Anos sem Benedito Nunes. Entre memória, apropriações e desvelamentos.

Benedito Nunes 01/03/2021 Alberto da Veiga Guignard, Bambus, 1937. Por  FÁBIO FONSECA DE CASTRO* Reflexões em torno das lições do filósofo sobre Martin Heidegger. Completaram-se, no último 27 de fevereiro, dez anos da morte do filósofo Benedito Nunes. Nascido em Belém a 21 de novembro de 1929, Benedito foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará, mais tarde incorporada à Universidade Federal do Pará (UFPA) e, ainda, da Academia Brasileira de Filosofia. Sua atuação intelectual se deu em diferentes campos e subcampos das ciências humanas, da estética à teoria literária, da fenomenologia à história da filosofia, da hermenêutica aos estudos da poesia. Professor emérito da UFPA, Benedito atuou em diversas universidades, no país e no exterior, e produziu uma obra – composta por 22 livros e dezenas de artigos – reconhecida e influente como atestam os vários prêmios que recebeu, dentre os quais o  Prêmio Multicultural Estadão , o  Prêmio Jabuti de Literatura  (por duas vezes) e o