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Mostrando postagens com o rótulo arte

Colóquio e exposição de Lúcia Gomes

O Colóquio é hoje, no ICA (Pça da República),  às 18h. Estarei participando, com uma conferência sobre "Fenomenologia da obra de arte em Lúcia Gomes". A exposição abre amanhã, às 19h, no MHEP:

Panorama da arte digital no Pará

Girl Walks Into a Bar

Girl Walks Into a Bar é um filme feita para internet. Uma experiência nova, do tipo art in vitro. Mais aqui . Veja o trailler:

Quadro comprado como sucata pode valer mais de R$ 100 milhões

Uma pintura comprada em uma loja de sucatas porque o comprador gostou da moldura do quadro pode ser uma obra-prima de R$ 106 milhões. Os especialistas acreditam que a imagem de uma pequena casa na beira de um rio pode ser a primeira obra conhecida do artista francês Paul Cezanne.Especialistas acreditam que a imagem de uma pequena casa perto de um rio pode ser a mais antiga obra conhecida do artista francês Paul Cézanne  Via UOL Tabloide
Existe, na arte do nosso século, mais do que na dos antecedentes, alguns momentos decisivos. Sob este aspecto, o nosso século tem afinidades com o século XV. Assim, em certos momentos, objectos extraordinários marcaram pontos decisivos, ‘pontos de não retorno’. Houve momentos em que as perguntas foram formuladas e as respostas dadas. Quando estas questões são colocadas de um modo claro, não é possível voltar para trás. As respostas são ‘incontornáveis’, não é possível torneá-las. Os resultados são irreversíveis. Pontus Hulten, Territorium Artis (cat. de exposição), Bonn, Verlag, 1992.

O museu vai à prisão, ao asilo, ao hospital e ao orfanato...

O lugar é improvável: um longo e alto muro de concreto, no patio de uma prisão. Lá, estão pendurados 10 grandes quadros, 10 pinturas de grandes mestres. Dentre eles, La Diseuse de bonne aventure, de Caravaggio, e La Madeleine à la veilleuse, de De La Tour. Os expectadores são, também eles, improváveis: 230 detentos, dos quais 80 % condenados a penas de mais de vinte anos de reclusão.  O programa chama-se "Au-delà des murs" (For a dos muros). É um projeto instigante desenvolvido pelo Museu do Louvre: levar grandes obras para dentro das prisões francesas. O próprios detentos escolhem, por votação, que obra desejam ver.  O projeto também está chegando a asilos, orfanatos, hospitais e a outros dos chamados “públicos impedidos”.  A exposição em questão foi inagurada no dia 26 de janeiro, na prisão central de Poissy.

O Google nos museus

É o novo mecanismo do Google, lançado dia 1o de fevereiro: o Google Art Project , o equivalente do Google Street View no campo da arte. Pelo mecanismo passamos a poder ver, nos mínimos detalhes, obras de arte de 17 grandes museus do mundo.

Um mapa para acompanhar a evolução da teoria da "arte na era da sua reprodutibilidade técnica"

Civilização da vigilância

"Surveillance", ilustração de Will  Varner , 2010 .  

Arte em código de barras 2

Alguém no Japão descobriu que leitores ópticos de caracteres (OCRs) e verificadores de códigos podem reconhecer a informação codificada em qualquer código de barras. O resultado foi transformar os códigos retangulares que todos conhecemos em mais uma linguagem híbrida de comunicação. Ou de comunicação e arte, tanto faz. Uma forma nova de atrair a atenção dos consumidores.

Arte em código de barras 1

Heroísmos derrotados...

Imagens do artista plástico Adrian Tranquilli. Isso me lembra Watchman... Super-heróis humanos, cansados, descrentes, às vezes destruídos...

Patos...

"Welcome to Dismayland". Série de imagens do fotógrafo norte-americano  Jeff Gillette , um sujeito apocalíptico e um tanto messiânico...  Mais aqui .

Mais fotos de Helvio Romero

Helvio Romero

A prefeitura de Belém está retirando da cidade, ou ao menos de alguns pontos dela, as placas de outdoor. Vale lembrar que, em dezembro de 2006, a prefeitura de São Paulo instaurou a lei “Cidade Limpa”, por meio da qual eliminou, na paisagem das vias públicas a publicidade externa, mesmo a presente em estabelecimentos comerciais. A seqüência de imagens, mesclando elementos de publicidade e paisagem urbana, foi produzida pelo repórter fotográfico Hélvio Romero, do “Estado de São Paulo”, entre 2004 e 2006. Não se trata de um elogio da publicidade, mas de um elogio ao trabalho do fotógrafo.

Sandra Sue

Sandra Sue é uma artista contemporânea. A série de "autoretratos", abaixo, não são nem colagens, nem fotografia, nem pictografia. São "digitografias". A base da técnica é a interferência digital, com seu instrumento básico, o "ruído". O que atravessa essas as imagens são "ruídos", ou melhor, texturas. A figura desmembrada pelas texturas sucessivas figura a consciência-de-si sem cuidado-de-si. Aqui segue o link para o site da artista .

Pós-pornô

Eis um bom exemplo do que tem sido conceituado como arte pós-pornô, algo que só pode ser concebido, na seriedade, no debate sobre arte contemporânea. Estou falando sério. O tema pode parecer inóspito ou risível, mas é sério. Observem que a dimensão da obra de arte, além de digital, é extemporânea, ou seja, midiatizável. A música tem um papel, a tecnologia tem outro. A dimensão conceitual, enfim, predomina. Segue o vídeo  La culture hétéro vous savez où je me la mets? (A cultura hétero. Sabe eu me a meto?), p roduzido pelo grupo  les Super-Hé(té)ros (2004). Ah, talvez impróprio para menores, ok?

Arte brasileira valorizada

O site da BBC Brasil tinha ontem uma matéria sobre a valorização da arte brasileira no mercado internacional. Tanya Barson, curadora de arte latino-americana da Tate Modern, a arte brasileira tem hoje impacto muito mais amplo no circuito internacional do que em qualquer outro momento de sua história. 

Ulisses em quadrinhos

Ulisses, de James Joyce, está em quadrinhos . Toda quarta-feira mais quatro páginas da HQ são liberadas, e imediatamente e equipe vai se dedicando às quatro páginas da semana seguinte. Tudo é acompanhado por um blogue e cada página possui um link para um site no qual   Mike Barsanti, especialista em literatura, explica melhor a passagem retratada no seu contexto literário e histórico. O esforço (monumental) é da empresa digital Throwaway Horse LLC, que se define como " dedicada a ampliar o conhecimento de obras literárias de domínio público, juntando a ajuda da novela gráfica com a capacidade explicativa da Internet".

Cicciolina's Asshole

Falando em arte (falei dois posts atrás), estava dando uma olhada na matéria do The Guardian sobre a nova exposição, recentemente inaugurada na galeria Tate Modern, a mais importante, em Londres, para a arte contemporânea. A exposição coletiva Pop Life Show , tem por mote o limite público-privado. Na foto, a escultura Ilona's Asshole, silkscreen medindo 2.5 m por 1.5 m , de autoria de Jeff Koons . Essa Ilona, no caso, é a famosa deputada italiana e atriz pornô Cicciolina. A exposição reúne artistas dos anos 80, como Andy Warhol, Damien Hirst e Takashi Murakami.