Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Mídia Golpista

A hipocrisia da Globo vista da Argentina

O escárnio de jornalista argentino com Arnaldo Jabor e Rede Globo.  Sobre a hipocrisia da mídia e sobre a necessidade de regulamentar a Comunicação, sugiro meu livro  Comunicação, Poder e Democracia .

As 10 Estratégias de Manipulação Midiática

- por  Noam Chomsky , do MIT 1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')". 2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES. Este método também é chamado "problema-reação-...

Está na hora de chamar Gilmar mendes às falas

As seguintes suspeitas rondam o Ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), especialmente após sua última parceria com a revista Veja.  E não tem como seus pares ignorarem: 1. Há indícios de alguma forma de envolvimento com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres. Há suspeitas de uma viagem paga a Berlim e voos fretados no Brasil . Seja o que for, se os fatos existiram ou não, se imprudência, desvio ético ou corrupção, a corte precisa apurar. Não pode ignorar suspeitas graves. Há a necessidade premente de se saber a extensão de suas ligações com Demóstenes, Cachoeira e Veja. Há pelo menos um ato da maior gravidade, que necessita ser esclarecido: a contratação do principal operador de Cachoeira – o araponga Jairo -, para trabalhar na segurança do STF .  Há indícios de jogadas combinadas entre Veja, Cachoeira e Gilmar . Foi a matéria “A República do Grampo”, mais os factoides sobre o grampo no Supremo que provavelmente forneceram o álibi para qu...

Gilmar Mendes & Veja: a pauta do desespero

De Saul Leblon, no site Carta Maior: A revista que arrendou uma quadrilha para produzir 'flagrantes' que dessem sustentação a materias prontas contra o governo, o PT, os movimentos sociais e agendas progressistas teve a credibilidade ferida de morte com as revelações do caso Cachoeira. VEJA sangra em praça pública. Mas na edição desta semana tenta um golpe derradeiro naquela que é a sua especialidade editorial: um grande escândalo capaz de ofuscar a própria deriva. À falta dos auxilares de Cachoeira, recorreu ao ex-presidente do STF, Gilmar Mendes, que assumiu a vaga dos integrantes encarcerados do bando para oferecer um 'flagrante' à corneta do conservadorismo brasileiro. Desta vez, o alvo foi o presidente Lula.  A semanal transcreve diálogos narrados por Mendes de uma inexistente conversa entre ele e o ex-presidente da República, na cozinha do escritório do ex-ministro Nelson Jobim. Gilmar Mendes --sempre segundo a revista-- acusa Lula de tê-lo chantageado c...

Manipulação da opinião pública

O filósofo americano Noam Chomsky fala, em uma de suas obras ("Visões Alternativas”) nas estratégias que o sistema (as elites sociais, políticas, econômicas e até religiosas) utiliza para manipular o pensamento das pessoas e assim conformar a opinião geral às suas ideologias. 1. A estratégia da distração - O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites sociais, políticas e econômicas. É o que Chomsky chama de "armas silenciosas para guerras tranquilas”. 2. Criar os problemas e depois oferecer as soluções - Este método também é chamado de problema→reação→solução Cria-se um problema, uma "situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este se torne "suplicante” (clamor) das medidas que se deseja implantar. 3. A estratégia da gradualidade - Para fazer que se aceite uma medida inadmissível, basta aplicá-...

Entenda o que é o Partido da imprensa Golpista (PiG)

Teias da mídia 3

Cristina Kirchner logrou reeleger-se ante uma campanha agressiva da mídia argentina. Alta miro Borges informa que o jornal Tiempo Argentino publicou, em setembro, uma pesquisa revelando que o grupo Clarín, maior conglomerado de mídia do país, publicou, em 15 meses, 347 capas negativas sobre o governo.  Apesar disso, a presidente conseguiu, nas urnas, assegurar o processo de mudança iniciado por seu marido, Néstor Kirchner, quando assumiu a presidência em 2003, após uma ofensiva pelo desmantelamento do Estado perpetrada pelos governos neoliberais de Carlos Saúl Menem (1989 e 1999) e Fernando de La Rúa (1999-2001). E tudo indica que o terceiro mandato do partido Peronista na Argentina vai aprofundar as mudanças iniciadas em 2003.  O ranço histórico dos setores conservadores é agravado pelo fato de que os meios de comunicação, convertidos em partidos políticos de manutenção do status quo, não conseguem impedir o avanço histórico das forças de esquerda no continente.  ...

Os oligopólios e monopólios são o entrave à liberdade de imprensa

Na última semana, durante a realização do seminário Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário, promovido pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ), o presidente da Ajuris, João Ricardo dos Santos Costa foi enfático ao criticar o sistema de comunicação brasileiro e a grande imprensa. O site Sul21 entrevistou-o sobre o tema e também sobre outras polêmicas que envolvem o poder judiciário no Rio Grande do Sul e no Brasil. Segue um excerto: Sul21 – O senhor afirma que os monopólios e oligopólios são uma ameaça à liberdade de imprensa e de expressão. Mas a Justiça não poderia fazer mais para limitar a formação de monopólios no setor da comunicação? João Ricardo – Eu concordo contigo. Não sou eu que digo que os oligopólios e monopólios são o entrave à liberdade de imprensa. São todos aqueles que se debruçam e criticam hoje a falta de democratização da informação no mundo inteiro. Entre estes críticos existem jornalistas, sociólogos, ...

Teias da mídia 2

Para não deixar de citar Emir Sader, na Carta Maior, que também se dedicou ao caso: Desde a crise de Palocci, ao longo de seis meses, o governo tem sido pautado pela mídia. Dá para fazer a periodização do governo, conforme os casos na berlinda pelas denúncias da mídia.  (...)  A decisão de substituição de Orlando Silva estava tomada pelo governo na semana passada, não porque desse fé às acusações, mas porque acreditava que ele estava enfraquecido para ser uma peça fundamental na parada dura que o governo encara com o envio do projeto de lei sobre a Copa do Mundo ao Congresso. Para onde vamos...

Superar a choradeira e combater a mídia hegemônica

Aliás, convém bem ler o que, a respeito, escreveu Altamiro Borges a respeito do que se pode - se tem - que fazer diante da mídia hegemônica: 1- Não ter qualquer ilusão com a mídia hegemônica; chega de babaquice e servilismo diante da chamada “grande imprensa”; 2- Investir em instrumentos próprios de comunicação. A luta de idéias não é “gasto”, é investimento estratégico; 3- Lutar pela regulação da mídia e por políticas públicas na comunicação, que coíbam o poder fascista do império midiático. O governo Dilma precisa aprender que a democratização da comunicação é uma questão estratégica. Tem que superar a superar a choradeira e a defensiva. Como diz Altamiro, "Hoje são ministros depostos; amanhã será o sangramento e a derrota da própria presidenta e do seu projeto, moderado, de mudanças no Brasil".

Teias da mídia

Via blog Anais Políticos , para não se perder nas tramas da bandidagem da grande mídia: Clique  aqui  para ver o agente da CIA infiltrado na mídia, e  aqui  para ver o governador tucano censurando a Presidenta que é do PT, em sua TV estadual.  Neste link , você vê o sempre servil Estadão pedindo desculpas a FHC. Já  neste link  você lê que a Veja tem preço pra denunciar ou não denunciar alguma coisa.  Neste outro  você vê quem realmente é o respeitável senhor para quem tudo é uma vergonha, e  neste aqui , o que nosso imprensalão pensa sobre os pobres que agora compram carros. Clique  neste link  para ler que a Folha está mesmo é interessada nos empregos fora do país.  Neste link  você constata que quando a mídia não é má intencionada, é ignorante.  Neste link  você verifica que a imprensa é igual no mundo inteiro. Já  neste aqui  você vê que numa escorregadela, a imprensa reconhece que faz tudo d...

Um aspecto no caso da demissão do ministro Jobim: o golpismo da Rede Globo

Ainda comentando os casos atrasados e recuperando os assuntos ocorridos enquanto estava viajando, não posso deixar de dizer uma coisa a respeito da demissão do ministro da Defesa, Nelson  Jobim. À parte toda a celeuma em torno da sua demissão, há um aspecto que se conecta à comunicação política da sociedade brasileira e que é de suma importância para o debate que fazemos aqui no blog: É que o jornalista Rodrigo Vianna relatou, em seu blog, ter recebido uma ligação de um jornalista que trabalha na Globo dizendo que direção da emissora deu ordem, a um grupo de profissionais (?) da casa de produzir uma série de "reporcagens" sobre Celso Amorim, sugerindo que o novo ministro da Defesa provoca instabilidade nos meios militares. A tática é manter o ministro da defensiva. E, quem sabe, substituí-lo. Já vi isso acontecer quando estava na Secretaria de Comunicação. Comigo mesmo e com vários colegas. Uma prática usual na imprensa conservadora e golpista que, infelizmente, ao que pa...

Carta Maior: Entre o bombom de cupuaçu e o bafômetro

Do blog Vi o Mundo: O excelente  Quanto Tempo Dura?  brincou: e se fosse o Lula? E se o Lula tivesse se recusado a passar pelo teste do bafômetro? E se o Lula tivesse levado sete pontos na carteira e tomado a multa — que equivale a de alguém que dirige alcoolizado? por Luiz Carlos Azenha A Carta Maior levou o desafio ao pé da letra e foi buscar um exemplo de como a Folha de S. Paulo se comportou em uma situação muito menos grave que envolveu Lula: o caso do bombom de cupuaçu. Escreveu a Carta, em texto que se tornou viral na rede: Sem dúvida o aspecto mais chocante no episódio da blitz da Lei Seca, no Rio, que flagrou Aécio Neves dirigindo com habilitação vencida e metabolicamente impossibilitado de soprar o bafômetro, não foi o fato em si , mas o comportamento da mídia demotucana. Os blindados da ‘isenção’ entraram em cena para filtrar o simbolismo do incidente,  ‘um episódio menor’, na genuflexão de um desses  animadores da Pág 2 da...

Ninguém fala bobagens como o Jabor

A seguinte frase, de Arnaldo Jabor, é um primor do peleguismo, palavra antiga que consegue se atualizar por meio da excassa visão de mundo do colunista:  "A imprensa tem preenchido espaços vazios e virou um tipo de 'Ministério Público" Ele refere-se a uma imprensa, que, queiram ou não usar a palavra “golpista”, está muito longe de defender o interesse público e que, por conta disso, só faz denúncias quando lhe convém.  Jabor disse isso na sua coluna de ontem na rádio CBN, e pode se conferido aqui .

Luciana Genro desmente Veja (outra vez)

E vai processar a revista por danos morais.  A Veja acusou a ex-deputada federal do PSOL de “usar o prestígio” do pai, o governador Tarso Genro (PT), para obter privilégios e patrocínio para o projeto de uma escola preparatória para o vestibular e o ENEM. A nota de Luciana afirma o seguinter: O Projeto Emancipa já é um sucesso. As incrições ainda não terminaram, mas já temos mais inscritos do que as 100 vagas disponíveis. O apoio que temos recebido é enorme. Este apoio se expressou inclusive na imprensa gaúcha, que através de vários comunicadores e jornalistas ajudou a divulgar o projeto pela sua relevância social, não se prestando a reproduzir as “denúncias” da revista Veja . Todos sabem da lacuna existente na preparação dos jovens oriundos das escolas públicas que desejam entrar na universidade. Então, quem poderia querer detonar um projeto que oferece preparação para o vestibular e o Enem GRATUITAMENTE para estudantes de escolas públicas? Aqui no Rio Grande do Sul, só os “viúvo...

Bolinhagate 2: Se for comprovada a fraude, Globo deveria perder a concessão

Reproduzido do blog de Renato Rovai : Vídeo abaixo é impressionante. Não estou atestando sua veracidade. Estou dizendo que é impressionante. É preciso abrir uma investigação urgente sobre esse caso. Se porventura a armação vier a se confirmar. A TV Globo deve ter sua concessão questionada do ponto de vista jurídico. Uma ação patrocinada por toda a sociedade civil deve ser ajuizada logo após o processo eleitoral. Seria uma das mais grotescas ações com intenção deliberada de favorecer uma das candidaturas e não pode ser tratada como algo natural. O caso tem que ser tratado com a importância que merece .

Bolinhagate 1: O constrangimento na redação da Globo

No blog O Escrevinhador encontramos um relato da surpresa da redação da Rede Globo de São Paulo, ontem, logo após ir ao ar a famingerada material de 7 minutos tentando desconstruir uma bolinha de papel: Quando o perito apresentou sua “tese” no ar, a imensa redação da Globo de São Paulo – que acompanhava a “reportagem” em silêncio – desmanchou-se num enorme uhhhhhhhhhhh! Mistura de vaia e suspiro coletivo de incredulidade.

Boas fontes – que mantenho na Globo – contam-me que o constrangimento foi tão grande que um dos chefes de redação da sucursal paulista preferiu fechar a persiana do “aquário” (aquelas salas envidraçadas típicas de grandes corporações) de onde acompanhou a reação dos jornalistas. O chefe preferiu não ver.

A vaia dos jornalistas, contam-me, não vinha só de eleitores da Dilma. Há muita gente que vota em Serra na Globo, mas que sentiu vergonha diante do contorcionismo do “JN”, a serviço de Serra e de Kamel.

Terminado o telejornal, os editores do “JN” em São Paulo r...

A disputa em torno de uma bolinha de papel

Primeiro vimos a exploração eleitoral, torpe, por Serra e pelo PSDB, de um episódio banal, causado por uma simples bolinha de papel. Em seguida, vimos a Rede Globo, pelo Jornal Nacional, ontem, trazer especialistas para desmentir a bolinha de papel. Foram oito minutos e meio do horário televisivo mais caro do Brasil, falando sobre bolinha de papel. Simplesmente patético. Tudo para ser desmascarado hoje, mais uma vez. Eduardo Guimarães republica, em seu blog, o artigo de José Antonio Meira da Rocha, professor de Jornalismo Gráfico da Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação Superior Norte, no Rio Grande do Sul. Ele capturou quadro a quadro as imagens captadas pela Folha e exibidas pela Globo e mostra que não há elementos para qualquer conclusão como as apresentadas ontem no Jornal Nacional.  Estou curioso para saber como o JN vai tratar o caso hoje. Abaixo, um vídeo mostrando o passo a passo de como a mentira da Globo foi produzida.

Imprensa e eleições, uma entrevista de Ricardo Kotscho

Em entrevista à BBC Brasil, o jornalista Ricardo Kotscho, que foi assessor de imprensa de Lula, comentou o clima de beligerância das atuais eleições, a estratégia de boatos desenvolvida pelo PSDB e o papel partidário que alguns grandes veículos de comunicação estão tomando. BBC Brasil - Nós estamos falando do confronto entre governo e mídia, mas precisamos pensar que existe também um público. E, aparentemente, os efeitos desse embate não estão sendo sentidos com grande força, em termos de pesquisa de opinião. Como fica o público no meio desse confronto? Kotscho - Essa é a questão central, que acho que explica o que está acontecendo. A mídia está se sentindo derrotada, não é o José Serra que está perdendo. No começo, faziam matérias mais simpáticas ao Serra, mais críticas a Dilma, mas dentro da "margem de erro", vamos dizer assim. De uns tempos para cá, não. É matéria sobre o passado da Dilma, sobre os antepassados búlgaros. Eu acho que eles não aceitam mais uma derrota. E ...