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Mostrando postagens com o rótulo Meus Artigos

Música, temporalidade e emoção nos bailes da saudade de Belém

Para quem se interessar pelo tema, segue aqui o link para meu artigo "Música, temporalidade e emoção nos bailes da saudade de Belém"; que acabou de ser publicado na Revista Brasileira de Sociologia da Emoção: https://grem-grei.org/numero-atual-rbse/ Resumo: O trabalho apresenta os resultados de uma etnografia realizada nos “bailes da saudade” de Belém, Pará, e busca discutir os artifícios e dispositivos de produção da temporalidade na cultura urbana dessa cidade. No horizonte dessa perspectiva, tenta-se compreender a relação entre música, temporalidade e emoção utilizando as reflexões de Heidegger (2012) sobre a temporalidade quotidiana, Derrida (1972; 1994) sobre a questão da “metafísica da presença” Schütz (1967; 2012), sobre os processos intersubjetivos que compõem a cultura. Palavras-chave: bailes da saudade, festa; saudade, temporalidade, emoção

Democratizar a comunicação, uma luta fundamental

Reproduzo meu artigo publicado na edição especial do jornal Resistência, lançada pela Sociedade de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), na segunda, 29/08. Democratizar a comunicação, uma luta fundamental. Fábio Fonseca de Castro Depois da realização da I Conferência Nacional de Comunicação, em novembro de 2009, uma série de debates começou a entrar na agenda política nacional: o controle da propriedade cruzada de veículos de comunicação (uma mesma empresa atuar em setores diferentes, como a imprensa escrita, o rádio e a TV); uma maior transparência no processo de concessão de outorgas de rádio e TV; a necessidade de uma banda larga publica, garantindo internet de qualidade e de baixo custo; a ampliação do sistema de rádios comunitárias, bem como a descriminalização do movimento; a criação efetiva do Conselho Nacional de Comunicação; a garantia de espaço para a produção regionalizada de TV e a criação de um Fundo Nacional de Comunicação, para garantir a diversidade na ...

O FSM como democracia de alto impacto

Publiquei este artigo em abril do ano passado, na revista Amazônia. Fica como contribuição, acho que tem a ver com esse insólito esquecimento da edição de Belém do Fórum: O FSM como democracia de alto impacto Fórum Social Mundial passou por Belém, seguiu, e há de ter levado coisa e gente junto consigo. Há, também, de ter deixado algo. As reflexões, inflexões e flexões que lhe são próprias, e que vão muito, imensamente, além da papa que a imprensa local disse a respeito, hão de ter semeado em campo contundente. O que se deve fazer é regar e aguardar. Digo isso pensando num sujeito de aparência nervosa, incomodado pelo ocaso do neoliberalismo e cuja identidade, certamente, não revelarei e que, alguns dias após o Fórum, procurava me incomodar com meia dúzia de reflexões políticas de índole metafísica e hálito amargo. Dizia ele que o Fórum era o ocaso das esquerdas, um cume apolítico, etc, e justificava isso observando que o Fórum “não deixou nada de concreto”. Como não tenho grande paciên...