Sandra Sue é uma artista contemporânea. A série de "autoretratos", abaixo, não são nem colagens, nem fotografia, nem pictografia. São "digitografias". A base da técnica é a interferência digital, com seu instrumento básico, o "ruído". O que atravessa essas as imagens são "ruídos", ou melhor, texturas. A figura desmembrada pelas texturas sucessivas figura a consciência-de-si sem cuidado-de-si. Aqui segue o link para o site da artista.
Tomei ontem, junto com a professora Alda Costa, uma decisão difícil, mas necessária: solicitar nosso descredenciamento do Programa de pós-graduação em comunicação da UFPA. Há coisas que não são negociáveis, em nome do bom senso, do respeito e da ética. Para usar a expressão de Kant, tenho meus "imperativos categóricos". Não negocio com o absurdo. Reproduzo abaixo, para quem quiser ler o documento em que exponho minhas razões: Utilizamo-nos deste para informar, ao colegiado do Ppgcom, que declinamos da nossa eleição para coordená-lo. Ato contínuo, solicitamos nosso imediato descredenciamento do programa. Se aceitamos ocupar a coordenação do programa foi para criar uma alternativa ao autoritarismo do projeto que lá está. Oferecemos nosso nome para coordená-lo com o objetivo de reverter a situação de hostilidade em relação à Faculdade de Comunicação e para estabelecer patamares de cooperação, por meio de trabalhos integrados, em grupos e projetos de pesquisa, capazes de...





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