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"Gestão da Ana de Hollanda é reflexo do vazio político"

Uma entrevista de Marta Porto, e x-secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da cultura, publicada hoje no Diário do Nordeste - sua primeira entrevista desde que saiu do MinC - ajuda a compreender a gestão fraca e caótica de Ana de Hollanda à frente do Ministério. Por que você deixou o MinC? Por falta de compatibilidade política e de confiança mútua. Assumi o comando de duas secretarias complexas e com maior relação com os movimentos culturais, a de Cidadania e a da Diversidade, com um quadro administrativo e de gestão caótico. Desde o princípio, tinha a firme convicção de que era possível atravessar esse primeiro momento atuando em duas frentes: mobilizando a capacidade técnica instalada no MinC para identificar e apresentar soluções rápidas, imprimindo mais transparência aos processos, e em paralelo ampliar o debate político, dentro e fora do governo. Foi uma tese derrotada, faz parte do jogo. Na época, falou-se que havia um movimento de articulação para que você...

Último dia para mandar resumo de trabalho para o CISO

Hoje é o último diar para inscrever trabalhos no XV Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste, o CISO, que será realizado em Teresina, de 4 a 7 de setembro próximo. Esta XV edição do encontro tem chancela da Associação Latina Americana de Sociologia (ALAS), e incorpora o Encontro Nacional da Associação, chamado de PRÉ-ALAS Brasil, prévia ao XXIX Congresso Internacional da ALAS que se realizará em 2013, no Chile. Para inscrever trabalho basta preencher a ficha de inscrição e enviar um pequeno resumo do trabalho proposto. Se o resumo for aprovado, segue o prazo até 30 de maio para enviar o artigo completo. Para fazê-lo, o caminho é o seguinte: http://www.sistemasmart.com.br/ciso2012/ . Neste CISO estou coordenando um GT, junto com dois colegas. Para quem se interessar, segue a ementa: GT 7: cultura, comunicação e desenvolvimento: perspectivas políticas e econômicas coordenadores: Profº. Drº. Alexandre Barbalho – UECE Profª. Drª. Lia Calabre – Fundação Casa de Rui Barbosa (RJ)...

Bicicletário

Para imaginar uma Belém de bicicletas... Via Ponto Eletrônico.

Aula 1 do mestrado

Segue a apresentação e o roteiro da 1a aula do meu curso "Mídia e Cultura na Amazônia", no mestrado em Comunicação da UFPA, neste semestre: Mestrado 2012 aula 1 View more presentations from Fábio Fonseca de Castro . Roteiro aula 1 View more documents from Fábio Fonseca de Castro

Para todas

Hoje acordei a Marina com este vídeo e um bj. Dia das mulheres, sabem como é... Tipo marido apaixonado - o gênero comporta. Adoro Jane Birkin, que é "gamine" porque envelhece sem se preocupar com rugas. E que caminha na "gadue" com suas botas sem se preocupar se elas ficam sujas. Adoro mulheres que não se enfeitam, que não aplicam botox e que são felizes como são. Ah, e se tiverem ainda a calça jeans que usaram em 1969, tal como Jane Birkin, tanto melhor. Beijo grande em todas as mulheres e um extra, especial, na minha.

Foda, né?

O novo livro de Michel De Certeau

Reproduzo uma boa resenha do novo livro de De Certeau. Bem, novo porque foi lançado agora no Brasil, pela primeira vez, mas se trata de uma obra de 1987. História e psicanálise: entre a ciência e a ficção , de Michel de Certeau. Tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira. Autêntica Editora, 256 pgs. R$ 54. Por Aline Magalhães Pinto Vive-se atualmente sob o signo da aceleração do tempo. Algumas coisas, entretanto, permanecem lentas, presas à espera de seu momento de aparição. Com a tradução da coletânea de ensaios de Michel de Certeau intitulada "Histoire et psychanalyse" (1987), em uma edição muito bem cuidada, temos uma rara oportunidade de utilizar com precisão a expressão “antes tarde do que nunca”. As reflexões de Certeau se caracterizam pelo extremo zelo e atenção reflexiva com que o intelectual trata sua principal atividade: ser historiador. E ao mesmo tempo, toda a obra de Michel de Certeau é sensivelmente marcada pelo interesse em delinear as relações que palav...

Celpa e governo Jatene. Incompetência pouca é bobagem.

Incompetência pouca é bobagem. O que está acontecendo com a Celpa comprova o seguinte: 1 - O que a doutrina neo-liberal chamou de privatização é uma pálida referência ao que o PSDB, o partido que estragou o Pará (e ainda se esforça por continuar a fazê-lo) fez e que deve ser chamado privatismo. 2 - Se o modelo das privatizações se norteava por uma estratégia de diminuir o Estado para ampliar sua eficiência, o modelo do privatismo dos tucanos se norteia por diminuir o Estado para aumentar o bolo dos seus apoiadores. 3 - Tecnicamente falando, privatização tem a ver com aumentar a competência da máquina. Tecnicamente falando, privatismo significa diminuir a competência da máquina. 4 - O modelo de privatização de serviços públicos essenciais, sobretudo aqueles com dimensão estratégica para a soberania nacional, como é o caso do setor de distribuição de energia (Rede Celpa) nunca deram certo, em nenhum lugar do mundo. Aliás, mesmo os países efetivamente neo-liberais se recusaram a f...

O espetáculo continua: Ophir Cavalcante, licenciado desde 1998, custa "à viúva" R$ 30.062,07 mensais

É, juristas, juízes e advogados paraenses resolveram dar mesmo espetáculo. Imagino o que não diria meu pobre avô Oscar, que sempre atuou com dignidade na profissão e que acreditava, embora misericordiosamente, na humana raça paraense. Agora é a vez de El Procurador OIphir Cavalcante, presidente - presidente, vejam bem, vejam bem - da OAB nacional. Vejam o que saiu na Coluna do Elio Gaspari: Em janeiro, o procurador Ophir Cavalcante, licenciado desde 1998, custava à Viúva R$ 30.062,07 mensais É dura a vida do presidente da Ordem dos Advogados, Ophir Cavalcante. No último ano ele condenou o tamanho da fila dos precatórios de São Paulo, a farra dos passaportes diplomáticos, as fraudes nos exames da Ordem, a atuação de advogados estrangeiros em Pindorama, o enriquecimento de Antonio Palocci e a blindagem dos "ficha suja". Defendeu a autonomia salarial do Judiciário e os poderes do Conselho Nacional de Justiça. Como se sabe, Ophir Cavalcante é sócio de um escritório de advocacia ...

O juiz que condenou Lúcio Flávio Pinto: espetáculo de irracionalidade e/ou falta completa de discernimento?

Digam se não é uma coisa completamente despropositada. Se o tal juiz não foge completamente ao bom senso e aos bons termos que lhe exige o cargo. Se não envergonha os outros magistrados, sua classe. Se não envergonha a todos os paraenses, porque é um paraense.  Trata-se do juiz Amílcar Roberto Bezerra Guimarães, que atualmente responde pela 1ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Pará e que foi o responsável pela condenação do jornalista Lúcio Flávio Pinto em 2006, quando substituiu, por um dia, o juiz responsável pelo caso que envolve denúncias de grilagem contra o empresário Cecílio do Rego Almeida. Provocado pela declaração de suspeição a todo o TJE-PA feita por Lúcio Flávio, em meados de fevereiro, quando decidiu não mais recorrer da sentença indenizatória, e pela campanha empreendida em apoio ao jornalista, o tal "juiz", perdendo completamente o mínimo de compostura, postou a seguinte pérola no seu perfil do Facebook. Segue o texto: “O jornalista Lúcio Flávio Pinto ...

Semana que vem começa meu curso no mestrado em Comunicação: Mídia e cultura na Amazônia

Alunos de outros programas de pós-graduação, bem como alunos ouvintes, podem se matricular na Secretaria do PPGCOM, no Anexo do Instituto de Letras e Comunicação. Horário 4ªs. Feiras - 14h30-17h30 Ementa: A disciplina discute a dimensão cultural dos processos midiáticos e comunicativos presentes na região amazônica. Observa-se o papel da mídia e da comunicação na conformação e na disseminação das representações sobre a realidade experimentada pelas populações amazônicas, na produção de padrões culturais e na construção de consensos. Parte-se da compreensão das vivências midiáticas e digitais como práticas culturais para indagar sobre os processos de mediação, sociabilidade, hibridação, intersubjetividade e identificação social presentes na região, com particular atenção para o diálogo local-global e para a mistificação das identidades. Também se discutirá as singularidades locais ante a lógica do global, em uma relação dialógica e a relação entre midiatização, cotidiano e sociabil...

Projeto que altera padrão de construções condena Belém ao caos

Mais uma do vereador Gervásio Morgado: um projeto de sua autoria propõe aumentar o gabarito para construções ao longo da av. Almirante Barroso, chegando até o entorno do chamado Entroncamento - o bairro da Cabanagem, para o  modelo M16 . Isso significa  incentivar a construção de prédios de escritórios,  hipermercados, e shopping centers, permitindo construir três vezes a área de cada terreno. Assim, dependendo da forma e da área do lote, poderiam ser erguidos prédios de até 40 pavimentos ou com 30 mil m² de área construída. Pode-se imaginar o caos que seria causado pela aprovação desse projeto  numa área já caótica em termos de mobilidade e acessibilidade urbana. Trata-se, afinal, do principal nó urbano da cidade, uma área sem calçadas, ciclovias, passarelas ou estacionamento .  Essa   área, como se sabe, já possui um grande número de empreendimentos de comércio e serviços: feiras, centros de abastecimento, centros comerciais e outros. Se nada disso ince...