Na aula de amanhã continuaremos a refelexão sobre a maneira como a sociologia fenomenológica faz interagirem os temas da identidade (identificação) e da intersubjetividade. A Ellen se encarregará de nos apresentar o texto de Frassen (FRANSSEN, A. Balises et écueils d’une sociologie du sujet, in BAJOIT G. Et BELIN, E. (dirs.) Contributions à une sociologie du sujet. Paris, l’Harmattan, 1997, pp. 17-50), que elabora um estado de saberes sobre a descoberta do sujeito intersubjetivo pela sociologia contemporânea.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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