Após o debate sobre a etnogênese, discutiremos outros processos contemporâneos da temática da identidade/intersubjetividade. Na aula de amanhã trataremos das dinâmicas do regionalismo: a reinvenção do espaço regional numa sociedade marcada pelas dinâmicas da globalização. A Eli nos apresentará o texto de Kaliman (KALIMAN, R.J. Um marco (no global) para el estúdio de las regiones culturales, in Journal of iberian and latin american studies, 5 (2), december 1999, pp. 11-21) e a Isabela apresentará o artigo de Pizarro sobre a modernidade tardia (PIZARRO, A Áreas culturais na modernidade tardia, in ABDALA JR., Benjamin, Margens da cultura. Mestiçagem, hibridismos e outras misturas. São Paulo, Boitempo, 2004, pp. 21-36).
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...
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