Depois de amanhã, de 15 às 18, teremos o nosso primeiro Selminário de Sociomorfologia do ano. Não pudemos começar mais cedo em função do semestre excessivamente pesado que tivemos, marcado pela campanha pela direção do Centro de Letras e pelo início simultâneo de vários projetos do laboratório de Sociomorfologia, como o Tribos Urbanas, o RMIA (financiamento PARD) e o ISA (financiamento CNPq). Mas, enfim, recomeçamos. O Seminário de Sociomorfologia é uma atividade central do Laboratório de Sociomorfologia. Ele agrega meus 13 bolsistas, meus orientandos de TCC, especialização e mestrado, os alunos das graduações em Comunicação e em Letras, bem como da especialização Imagem e Sociedade que desejam participar. Teremos reuniões quinzenais, sempre às quintas-feiras, de 15 às 18, no auditório de Comunicação. O Seminário é aberto ao público e confere certificados de participação ao final de cada semestre letivo. Para quem se interessar, há uma pasta com o título Seminário de Sociomorfologia na Xerox do CLA dispondo os textos que serão debatidos em cada sessão. Há também um calendário das leituras e das discussões. Cada sessão começa com a apresentação do texto do dia por um dos meus bolsistas e prossegue com a discussão do mesmo, sempre buscando uma associação com os grandes temas do LabSo: representações e identificações sociais, imagem, imaginário, crise da representação, cultura pós-moderna.
Há alguns dias a jornalista Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha anunciava que começaria uma guerra contra a comunicação do Governo Jatene : Vamos agora jogar num rítmo novo, com algumas “surpresinhas” – ou vocês não gostam de surpresinhas, “coleguinhas”? “Coleguinhas” é um coloquialismo usado pelos jornalistas de Belém para se referirem, com cinismo, ao cinismo de seus colegas, dos quais não se costuma esperar senão o fogo amigo. Os posts começaram, em seguida, construindo um perfil de Orly Bezerra , proprietário da Griffo, a agência de publicidade responsável pelo marketing do PSDB no Pará. Hoje, Ana Célia Pinheiro publicou um post com o levantamento dos repasses de dinheiro público do Governo Jatene para a Griffo : R$ 70 milhões - e penduricalhos, como empregos a parentes. O post também questiona a idoneidade do processo licitatório que levou a Griffo a mais uma situação de dominação das contas da comunicação governamental, no Pará...
Comentários