Estarei fora de Belém entre os dias 18 de setembro e 6 de outubro. Estarei ministrando a disciplina Teorias da Cultura e do Contemporâneo no curso de Comunicaçãi-Jornalismo que a UFPA mantém em Parauapebas. Em minha ausência fica suspenso o Seminário de Sociomorfologia. As aulas da graduação já foram concluídas e as aulas da disciplina Teoria da Imagem, na especialização serão repostas no retorno. Lembro que as páginas do Tribos Urbanas devem me ser enviadas por email, com entecedência, para minha leitura. Qualquer problema continuo on-line.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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