Como combinado, teremos o Seminário de Sociomorfologia nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, às 15 horas, no auditório do curso de Comunicação. Nesta sessão debateremos os textos de Ana Pizarro - "Áreas culturais na modernidade tardia" - e de José Luis Cabaço & Rita Chaves - "Franz Fanon" (textos 11 e 12, espectivamente) que estão no livro organizado por Abdala Jr, "Margens da Cultura". O texto 11 ficará à cargo da Nerusa, bolsista do Projeto Tribos Urbanas e o texto 12... bem, esqueci quem vai apresenta-lo.
O mundo está estarrecido com com o genocídio Yanomami. As imagens chocantes atravessam o planeta e atestam o que todos já sabiam: houve genocídio. E não há como Jair Bolsonaro não ser imputado por esse crime. Dados obtidos pela plataforma SUMAÚMA mostram que, durante o governo Bolsonaro, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos por causas evitáveis aumentou 29% no território Yanomami. Foram 570 crianças mortas, em 4 anos, por doenças que têm tratamento. E isso pode não ser tudo, porque o conjunto das terras indígenas em território brasileiro sofreu, ainda de acordo com o Suamúma, um verdadeiro apagão estatístico durante o governo de extrema direita. O legado de Bolsonaro é um dos mais aviltantes da história do Brasil. Não é de hoje que as terras Yanomami, onde vivem quase 30 mil pessoas indígenas, são agredidas pela especulação do garimpo ilegal, da pecuária ou da cultura do arroz, mas nunca se viu um apoio tão grande do Estado brasileiro a essas atividades....
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