Publiquei há alguns meses um artigo na coletânea organizada por Alexandre Barbalho "Brasil, Brasis". Chama-se "A pós-modernidade e a superação da estrutura formal da questão sobre a identidade". Esta semana botei o artigo num desses programas que transformam o trexto em chuva de palavras, o que é bem interessante para ver o campo semântico de um trabalho. Como esse artigo é o resumo das atividades do Laboratório de Sociomorfologia e dos três projetos de pesquisa que já conclui com essa base de apoio, acaba sendo um resumo do meu trabalho em curso. A chuva resultante foi a seguinte, pode-se clicar para abri-la:
Um amigo me pergunta se acho que Lula deve ser candidato a presidente, mesmo com a prisão. Respondo que sim, porque não tem sentido ser diferente. Lula não ser candidato seria de uma deslealdade imperdoável do PT para com ele. A pergunta, na verdade, respondo ao meu amigo, é sobre quem deve ser o vice de Lula, porque quase tão certo como Lula ser o candidato do PT, é a possibilidade de que a justiça eleitoral casse a sua candidatura, sendo lógico, nesse caso, que seu vice assuma a cabeça de chapa. E, como sabemos como o bloco golpista joga, eles provavelmente farão isso o mais tarde possível, procurando inviabilizar que o PT chegue ao segundo turno. Nesse cenário, a tendência é que o PT venha com uma chapa “puro-sangue”. Provavelmente com Haddad para vice. Eventualmente com Jacques Wagner ou Patrus Ananias e, um pouco menos provavelmente, com Celso Amorim. Meu amigo, que não é do PT, viu claros sinais de que Lula, naqueles momentos heróicos antes da prisão, te...
Comentários