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Lançado o Twitteleh

Para distender: um vídeo que apresenta o Twitteleh, o novo aplicativo para você, que tem uma mãe judia, uma iidish mama, mantê-la informada, a todo momento, sobre suas atividades: se está usando o quipá, se tem se alimentado, se está bem agasalhado e sobre ...quem é essa moça que está ao seu lado mesmo?


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Link para os últimos números de algumas revistas científicas na área da comunicacão

Publico aqui o link para os números recentes de algumas revistas do campo da comunicação: Conexão - Comunicação e Cultura , da Universidade de Caxias do Sul. Comunicação e Sociedade , da Universidade do Minho - que traz um dossiê sobre  Ética na Comunicação , com participação de Clifford G. Christians, Jane B.Singer, Carlos Maciá-Baber e Luís Sá Martino, entre outros. Esferas , publicação conjunta dos programas de pós-graduação do Centro Oeste, que traz o dossiê Comunicação e Interculturalidade . Rádio-Leituras , da Universidade Federal de Santa Maria Mediação , dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da FUMEC, ue traz o dossiê Comunicação em jogo: o esporte e o lúdico sob a lógica midiática. Intexto , revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS. Revista IHU do Instituto Humanitas da UFRJ, com o dossier Jornalismo pós-industrial . http://www.ihuonline​.unisinos.br/impress​a/ Adendo posterior: E tam

Ariano Suassuna e os computadores

“ Dizem que eu não gosto de computadores. Eu digo que eles é que não gostam de mim. Querem ver? Fui escrever meu nome completo: Ariano Vilar Suassuna. O computador tem uma espécie de sistema que rejeita as palavras quando acha que elas estão erradas e sugere o que, no entender dele, computador, seria o certo   Pois bem, quando escrevi Ariano, ele aceitou normalmente. Quando eu escrevi Vilar, ele rejeitou e sugeriu que fosse substituída por Vilão. E quando eu escrevi Suassuna, não sei se pela quantidade de “s”, o computador rejeitou e substituiu por “Assassino”. Então, vejam, não sou eu que não gosto de computadores, eles é que não gostam de mim. ”

Um tetrâmetro trocaico cataléptico

Bom, é para rir, mas para quem quiser levar à sério aqui vai a explicação para o que vem a ser um "tetrâmetro, trocaico cataléptico" : Tetrâmetro: O fato essencial – e torpe – é que cada verso é composto por quatro troquéus. Um troquéu é uma coisa formada por duas sílabas, sendo que a primeira é tônica e a segunda atônica. Coisa típica do inglês: “ti•ger”. Isso é curioso porque a métrica latina sempre opõe o peso relativo de sílabas longas a curtas, ao cpontrário do inglês. Mas, como se sabe, o inglês é uma língua semi-bárbara. Então, fica sendo curioso. Já que cada verso contém quatro troquéus, ele pode ser considerado um tetramétrico.  Cateléptico: O último troquéu, no entanto, é monossilábico. Ou seja, está incompleto: (“bright“). Esse corte é chamado catalexis. Por isso se diz que o último troquéu é cataléptico. Trocaico:  É o ritmo. O ritmo do poema, que quase reproduz o andar de um tigre, pé ante pé, sincopado, nessa calma contida dos felinos e, talvez, de cer