Com esta postagem encerro a série - como disse, até que novos mitos façam as direitas urrarem , nevróticas, em seus pesadelos.
6. Mito da ausência de obras
É um velho mito das direitas acusarem as gestões de esquerda a não "terem" obras. E antes de mais nada perceba-se o verbo e como ele é usado: "terem", como se as obras fossem uma propriedade dos governos e não algo público. Isto observado, passemos ao mito, que se dá, sob essa perspectiva patrimonialista, pelo fato de que as gestões de direita não concebem, como obra, políticas sociais e políticas de infraestrutura social. As políticas de direita preferem o hospital ao posto de saúde, quando o mais importante é a política de saúde preventiva, caracterizada pelo posto de saúde. As políticas de direita preferem o elefante às formigas, porque não concebem a necessidade do trabalho que aparece menos e que é feito pelas formigas. Simples assim. Critica-se o governo Ana Júlia sob essa ótica direitista: muitos gastos com diárias? Puty esclarece a razão na sua entrevista: isso resulta de mais ação de saúde e segurança, pois 70% das diárias foram gastas nessas áreas. Poucas obras? Não! Muitas pequenas obras, nas zonas menos abastadas da Metropolitana e no interior. A imprensa direitista não vê porque não quer ver. As obras estão lá e a informação sobre elas está na mesa dos jornalistas.
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Luíza.